Os debates de matérias relevantes para a sociedade encontraram o seu apogeu na facilidade da comunicação através dos meios eletrônicos e da mídia. A internet traz a potencia para a conexão do pensamento humano e a cibercultura tem evidenciado a competência que o homem tem de construir sua ideia de mundo, de incluir um necessário diálogo para sua vivência.
Pierre Lévy defende a ideia e o gerenciamento da inteligência coletiva pode contribuir para que os Estados se tornem mais democráticos e igualitários. Para Lévy: ‘É preciso desvendar o modo como as redes sociais se relacionam com redes de comunicação, redes materiais, do meio ambiente e como se relacionam a governos, valores, direitos e a economia”
A forma de Democracia em Convergência e Inteligência Coletiva, adaptada por troca de informações, a permuta de culturas a utilização de redes sociais onde todos são atuantes para decisões do coletivo. Todos falam, sobrepõem uns aos outros, todos ouvem e tentam chegar a um acordo.
Os que têm acesso à internet estão conectados com a inteligência coletiva. Dizem que em um futuro mais próximo poderá haver queda de fronteiras nacionais e existirá um governo plenário, uma nova forma de democracia mais participativa.
Atualmente tudo é diferente, nem todos possuem acesso a internet ainda, não estão conectados ao mundo, não tem nenhum tipo de participação nas redes sociais e em sua maioria pertencem às classes mais pobres da sociedade.
Se Levy defende esta ideia e aposta que apenas dessa forma seremos capazes de desenvolver essas tecnologias dentro de uma perspectiva humanista, o que será então, democracia?
Texto plugado por: Safira Amorim

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